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A Faculdade Santa Teresa, em Manaus (AM), realizou nesta terça-feira (27) o Workshop Empresarial com os fundadores da startup amazonense ‘Trocados’, criada em 2014. O Designer Silvestre Paiva e o estatístico Amaike Keric falaram sobre o surgimento e o crescimento da carteira digital, que já possui mais de 3,5 milhões de transações, movimentando cerca de R$ 8 milhões.
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Continue readingPedagoga oferece dicas de preparação para o Enem
As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021 serão realizadas nos dias 21 e 28 de novembro.
Com menos de cinco meses para se preparar, os estudantes precisam de organização e disciplina para fazer um bom exame.
A coordenadora do curso de Pedagogia da Faculdade Santa Teresa, Débora Nogueira, explica que devido o pouco tempo disponível para revisar os conteúdos, é fundamental organizar um cronograma de estudos.
“Planejamento é essencial no processo. O aluno deve estabelecer metas, priorizando tópicos que tem mais dificuldade de assimilação”, disse.
Débora Nogueira ressalta que as videoaulas são excelentes para ajudar os estudantes, pois normalmente os professores já tiram as dúvidas na hora e de forma dinâmica repassam os conteúdos.
Outra dica é participar de simulados. Dessa forma, o aluno consegue testar os conhecimentos e, também, sentir outros aspectos que estão em jogo, como concentração e gerenciamento do tempo de prova.
De acordo com a pedagoga, os estudantes também devem dar atenção especial à preparação para a prova de redação, que tem peso alto no exame.
A dica é praticar, pesquisar temas atuais e se informar sobre os principais acontecimentos do país em todas as áreas.
“Normalmente, o tema da redação é relacionado a algum assunto da atualidade”, frisou.
Ela orienta que os estudantes também não deixem de tirar as dúvidas que forem surgindo ao longo da preparação.
“Procure sempre que possível um professor ou grupos de estudos para sanar essas dúvidas e não atrapalhar a aprendizagem”, destacou.
Débora Nogueira reforça que outro ponto importante da preparação para o exame é cuidar da saúde física e emocional.
“Toda prova exige bastante do aluno. Ele sente-se pressionado, pois o resultado vai impactar nos seus planos de futuro. É importante manter o equilíbrio, tirar tempo para descansar, fazer alguma atividade de lazer, se alimentar corretamente. A preparação para o Enem não deve ser um sacrifício”, opinou
Especialista esclarece principais dúvidas sobre as vacinas
O mestre em Imunologia e professor do curso de Biomedicina da Faculdade Santa Teresa, Wellington Mota Gama, ressalta que não há qualquer motivo para a escolha de imunizantes.
Desde janeiro deste ano, quando começaram a ser aplicadas as vacinas contra Covid-19 no país, são muitas as dúvidas da população em relação à eficácia dos imunizantes disponíveis.
Nas últimas semanas, após o início do uso da vacina Janssen, de apenas uma dose, vários casos ocorreram de pessoas tentando escolher a mais conveniente para tomar.
Também tem sido recorrente os casos de resistência à segunda dose. Conforme último levantamento do Ministério da Saúde, mais de 4 milhões de pessoas deixaram de completar o processo de imunização, dentro do prazo recomendado.
O mestre em Imunologia e professor do curso de Biomedicina da Faculdade Santa Teresa, Wellington Mota Gama, ressalta que não há qualquer motivo
para a escolha de imunizantes ou de não comparecer para aplicação da segunda dose.
“Todas as vacinas disponíveis no país passaram por inúmeros testes e são eficazes. Quanto mais a população resistir à imunização, maior será o tempo para que as atividades retomem o funcionamento normal e para que seja possível reunir família e amigos em comemorações. Além disso, para quem não se imunizou, é maior o risco de ser infectado e desenvolver a forma grave da doença” , afirmou.
Para ajudar a população, o professor tira as principais dúvidas em relação à vacinação e à eficácia dos imunizantes.
Como funcionam as vacinas disponíveis atualmente no Brasil? De que maneira agem no organismo?
Atualmente, há seis vacinas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) contra a Covid-19. As vacinas Pfizer e AstraZeneca possuem registro definitivo. Coronavac, Janssen e Covishield receberam autorização para uso emergencial.
Recentemente, a Sinopharm também foi liberada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), através do consórcio internacional Covax Facility, e com isso a aprovação pela ANVISA foi automática.
Todas elas têm como objetivo estimular respostas imunológicas através da inoculação do vírus ou parte dele, no nosso organismo, deixando-o “preparado” para combater o SARS-CoV-2 em um a eventual infecção.
Uma dessas respostas seria a indução da produção de anticorpos contra o vírus. Apesar de possuírem metas em comum, cada vacina utiliza diferentes tecnologias para atingi-las.
Por exemplo, a Coronavac e a Sinopharm utilizam o vírus inativado, uma técnica bem comum e usada há muitos anos para produção de vacinas. Nesse caso, o vírus é cultivado em laboratório e depois é tratado com uma substância que o torna incapaz de se replicar.
A Pfizer é uma vacina de RNA mensageiro, um “pequeno fragmento” do código genético do SARS-CoV-2, responsável por fabricar uma proteína chamada spike, que recobre o vírus, sendo também a parte dele que é reconhecida pelo sistema imune, a qual chamamos de antígeno.
Esse RNA mensageiro, ao ser inoculado no organismo através da vacina, utiliza as células do próprio indivíduo para fabricar o antígeno. Uma vez dentro das células, são lidos por uma estrutura chamada ribossomo, fabricando o tal antígeno.
A partir daí, o sistema imune reconhece esse antígeno e gera uma resposta contra ele, que será utilizada mais à frent e, no caso de uma infecção. A AstraZeneca e a Covishield utilizam um vetor viral. Esse vetor é um adenovírus de chimpanzés.
Ele é modificado geneticamente em laboratório, para que contenha um fragmento do coronavírus, a proteína spike e para que seja incapaz de se multiplicar, ou seja, para que não desenvolvam a doença.
A Janssen é bem parecida com a Astrazeneca e a Covishield, mas utiliza um adenovírus modificado, que originalmente infecta humanos, e é aplicada em uma única dose.
Quando finalmente ocorre a imunização?
A imunização só acontece após o cumprimento do esquema vacinal preconizado para cada vacina. A maioria das vacinas utiliza duas doses para a imunização, com intervalos diferentes, casos da Pfizer, CoronoVac e AstraZeneca. Já a Janssen utiliza uma única dose.
O esquema em duas doses determina a eficácia da vacina, além de aumentar e prolongar a proteção conferida.
É normal ter reação à vacina? Por que algumas vacinas apresentam maior incidência de reação adversa que outras?
Sim, é normal apresentar alguma reação após a vacinação. Esses sintomas são transitórios e são resolvidos em até dois dias.
É preciso que tenhamos em mente que, ao sermos vacinados, estamos entrando em contato pela primeira vez com um agente totalmente estranho.É esperado que nosso organismo reaja a esse estímulo.
As reações, na realidade, mostram que de fato a vacina está sendo eficaz, pois o estímulo do sistema imunológico está acontecendo e os anticorpos estão sendo gerados.
Existem certas vacinas que são mais reatogênicas, ou seja, causam mais efeitos colaterais, como as de RNA mensageiro e de vetores virais.Mas acredito que essas reações variam muito de acordo com o organismo. Não existe uma unanimidade de como cada indivíduo vai reagir ao imunizante. Cada organismo é muito individualizado, então, as reações ou a intensidade delas, podem variar muito de pessoa para pessoa. Costumo dizer que isso depende, sim, do tipo de vacina, mas muito mais de uma resposta individual, porque se fôssemos considerar somente a vacina, todas as pessoas apresentariam alguma reação, mas sabemos que existem aqueles que passam ilesos, sem apresentar sequer um sintoma.
Um fato muito comentado aqui em Manaus, durante os mutirões de imunização, foi o grande número de relatos de reações à vacina AstraZeneca. Sim, os estudos apontam que ela de fato pode causar mais reações que as demais. Isso se explica pela tecnologia empregada na sua fabricação.
Trata-se de uma vacina de vetor viral, isso faz com que o indivíduo passe a ter um estímulo do sistema imunológico muito mais excessivo, o que, consequentemente, condiciona ao surgimento de reações adversas mais intensas.
As vacinas são seguras?
Sem sombra de dúvida. Não há o que se questionar quanto à segurança de qualquer uma das vacinas disponíveis. Todas foram submetidas a rigorosos testes no decorrer das fases dos ensaios clínicos e continuam sendo avaliadas regularmente.
Então, é um absurdo deixar de se imunizar e, muito mais ainda, ficar escolhendo qual vacina tomar. As pessoas devem tomar aquela que estiver disponível.
Escolher vacinas na atual situação em que estamos chega a ser mesquinho e desumano, em um país onde mais de 500 mil pessoas perderam suas vidas e a maioria delas poderia ter sido salva por qualquer uma das vacinas existentes. A melhor vacina é a que tiver!
Vacinar-se deixou de ser um ato de liberdade individual, mas sim, um compromisso social com a coletividade, que não impacta apenas na minha vida, ou na de fulano ou beltrano, mas na vida de todos.
Pessoas que já tiveram ou estão com Covid-19 devem ser vacinadas? Quem já teve Covid deve se vacinar. Nesses casos, a vacinação é indicada uma vez que estudos apontam que uma pessoa já infectada pode ser acometida novamente pela doença.
Agora, pessoas com uma infecção ativa, ou seja, que estão com Covid, não devem se imunizar. É recomendável que aguardem 30 dias após o diagnóstico inicial.
As novas variantes da Covid são cobertas pelas vacinas? Sim, até o momento diversos estudos feitos com as variantes de preocupação, ou seja, aquelas que as mutações estão associadas a maior transmissão ou escape dos mecanismos imunológicos, demonstram que as vacinas foram capazes de prevenir casos graves da doença.
Além disso, estudos in vitro apontam que os anticorpos de pessoas imunizadas foram capazes de neutralizar as variantes Alpha, Beta, Gama e Delta. Por quanto tempo as vacinas funcionam? Serão necessárias doses de reforço regularmente, após o esquema inicial, como no caso da vacina da gripe?
Ainda estão sendo feitos estudos para avaliar quanto tempo dura a proteção de cada vacina.
Ainda é necessário esperar para saber se há necessidade de reforço dessas duas doses que estamos tomando. Mas, alguns dados são promissores. Recentemente, a Pfizer e BioNTech informaram que a vacina continua eficaz por pelo menos seis meses após a segunda dose.
A tendência é que cada vez mais estudos envolvendo as demais vacinas apontem a durabilidade da proteção após a imunização.
Especialista dá dicas de como usar bem o dinheiro da restituição do Imposto de Renda
A grande maioria das restituições varia entre R$ 1.000 a R$ 10.000.
Pagar dívidas, na opinião de professor, é uma das melhores opções para quem tem restituição a receber.
Muitos brasileiros já começaram a receber a restituição do Imposto de Renda (IR). O valor é ressarcido pela Receita Federal, para quem declarou IR e tenha pago mais impostos do que deveria ao longo de 2020. Mas, o que fazer com esse valor extra na conta bancária? Para ajudar os contribuintes, o professor dos cursos de Gestão da Faculdade Santa Teresa, Luís Carlos Ramos, dá algumas dicas. “Primeiro, é necessário saber se o contribuinte tem direito à restituição acessando o site da Receita Federal e realizando a consulta. Vale lembrar que o valor recebido irá depender das rendas, deduções, despesas com dependentes, pagamentos efetuados e até mesmo planos de previdência complementar, como o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), que permitem dedução de até 12% no imposto”, frisou o especialista.
Uma receita extra-orçamento
Ramos explica que também é importante notar que se trata de uma receita extra-orçamento, uma vez que o contribuinte não tem noção exata de quando a devolução será executada, até o governo definir e
publicar o calendário para pagamento dos lotes. E, mesmo assim, não se sabe em qual lote o contribuinte será contemplado, pois isso depende da ordem de apresentação das declarações.
A grande maioria das restituições varia entre R$ 1.000 a R$ 10.000, e é um dinheiro que pode ser utilizado para a satisfação de algumas necessidades do contribuinte. “Em minha opinião, a principal destinação desses recursos deveria ser para quitar dívidas emergentes, aquelas em que o contribuinte pode obter descontos se pagas antecipadamente, ou para evitar cobranças de juros posteriores”, sugere o contador. Para ele, optar por investir esses recursos, tendo dívidas já contraídas, não parece uma boa opção, haja vista que o valor dos rendimentos é muito superior ao que se cobra de juros no país. “Caso as dívidas não impactem no orçamento doméstico, a restituição pode servir para uma reserva emergencial, e aí sim, cabe a utilização em investimentos, particularmente aqueles que confiram uma liquidez mais imediata, já que se trata de aplicação para resgate em necessidades prementes”, indica o professor da Faculdade Santa Teresa.
Se o contribuinte possui o orçamento em ordem e uma poupança para eventualidades, a dica de Ramos é empregar o recurso em algo que possa trazer um benefício e não simplesmente um consumo sem necessidade. Cita ele, por exemplo, aquela pequena reforma na casa, que já vem sendo adiada há tempos, a viagem de relaxamento com a família em um feriadão para recompor as energias, enfim, qualquer situação que traga a possibilidade de melhorar a sua qualidade de vida.
“Isso também vale para quem possui planos de previdência complementar: a restituição também pode ser destinada para fazer um aporte em seu plano. Com isso, vai aumentar a reserva matemática que permitirá, no vencimento da aplicação, ter uma alternativa melhor de rendimentos, para o caso de saque total ou para melhorar as parcelas que serão destinadas a rendas vitalícias ou não vitalícias”, explica o professor.
Faculdade Santa Teresa firma parceria com a Tramontina, para estimula ideias criativas
O Desafio Tramontina começa em agosto. A coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Santa Teresa, Melissa Toledo, ressalta que o concurso permitirá que os acadêmicos coloquem em prática os ensinamentos da sala de aula e que experimentem a realidade do mercado
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A educação vem passando por um processo de transformação intenso, principalmente no último ano, com o início da pandemia e a necessidade do isolamento social. A tecnologia, que já era usada em sala de aula, ganhou protagonismo no ensino.
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