Aluna de Direito da Faculdade Santa Teresa conquista 9,9 no Exame de Ordem da OAB

Estudante do nono período do curso de Direito da Faculdade Santa Teresa, Samantha Martins Alves conquistou nota 9,9 na segunda fase do Exame de Ordem, avaliação exigida para obtenção da carteira e registro para exercício da profissão. O resultado preliminar da prova, realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foi divulgado esta semana e a lista final será anunciada na próxima quinta-feira (08).

Além de Samantha Martins Alves, a FST aprovou no exame mais outros 13 alunos. A diretora geral da FST, Amanda Estald, ressalta o orgulho de todo o corpo docente com os resultados conquistados pelos alunos. “É reflexo do esforço e dedicação de cada um, aliado ao empenho dos professores do curso em preparar os estudantes com esse foco, desde o primeiro período. Estamos muito contentes”, afirmou.

A coordenadora do curso de Direito da FST, Lúcia Viana destaca  a dedicação, competência e profissionalismo dos professores em preparar os alunos. “A Samantha não fez curso preparatório para o exame e contou com todo o suporte dos professores da faculdade”.

Segundo Samantha Martins, o apoio dos professores durante o processo de preparação foi primordial. Ela conta que o curso de Direito é sua segunda graduação e que, por já ter uma rotina intensa de trabalho e estar no penúltimo período na faculdade, teve que se organizar para estudar com afinco para o Exame de Ordem.

“Eu estudei sozinha, com o conteúdo que guardei desde o início do curso e vídeos da internet. Eu preparava as peças processuais e pedia para os professores corrigirem. Eles faziam isso e me davam dicas de como melhorar. Dessa forma, consegui alcançar esse resultado. Quem também sempre esteve comigo e me ajudou bastante também foram os meus pais”, explicou.

No Exame de Ordem, Samantha escolheu aplicar a prova para Direito Trabalhista, área que pretende seguir após a conclusão da graduação. “Agora, paralelo à faculdade, vou também começar a estudar para concursos públicos, com atuação nessa área”, disse ela.

Também foram aprovados no Exame, os alunos Andreza de Oliveira Moleta, Cantidio Cunha Martins, Davi Carneiro de Souza, Elias Silva de Oliveira, Elysangela Afonso Aguiar Marques de Oliveira, Erick Alfaia Viana, José Baptista Vidal Pessoa Neto, Kelyane Progênio Castro, Kevem Ferreira do Sacramento, Lucas Alecrim Alexandre, Matheus Abud de Andrade, Rodrigo Camelo de Oliveira e Victor Oda da Silva.

Livrarias Físicas X Livros Digitais: Um futuro promissor e coexistente

Livrarias Físicas X Livros Digitais: Um futuro promissor e coexistente
Autor: João Paulo Ferreira Vieira, coordenador de Administração e Logística da Faculdade Santa Teresa e criador de conteúdo digital sobre Gestão.

Ao longo da história, as livrarias sempre foram sinônimo de informação, registros históricos, reflexão, encontros, palestras, debates, cafés da tarde, conhecimento, cultura e até de status social. Dentre suas muitas funções, as livrarias sempre foram a referência quando o assunto era a busca por informação ou conhecimento.
Com o advento da internet, o hábito de pesquisa das pessoas, empresas e órgãos públicos se modificou.

Primeiramente, houve a migração para o computador. Com isso, as livrarias já sentiram a alteração em sua demanda. Em um segundo momento, com a popularização do celular e o fácil acesso à internet na palma da sua mão, veio o golpe, quase fatal, no segmento.

Algumas gerações mais recentes já nasceram, instintivamente, sabendo mexer no celular e fazer pesquisas avançadas nos mais diversos buscadores. Nesse contexto, você junta a falta de hábito de leitura, com o acesso instantâneo à informação na palma da mão, baixo incentivo governamental à leitura e, por último, a facilidade e praticidade em utilizar a inteligência artificial, e temos o cenário da tempestade perfeita!

De alguns anos pra cá, é perceptível que o mercado de livrarias vem diminuindo num ritmo acelerado. Grandes grupos, como Livraria Saraiva e Cultura, foram reduzidos a pó. As livrarias que ainda atuam no segmento estão procurando diversificar seu mix de produtos para que possam sobreviver no mercado. Cafés, espaços multimídia, salas para eventos e muitas outras estratégias estão sendo utilizadas para que, em alguns anos, não virem história ou museu.

Nesse cenário, que parece ser apocalíptico, nem tudo está perdido, pois assim como na alimentação que o movimento slow food veio bater de frente com o fast food, quando se fala em leitura, escolas, universidades, empresas, ONGs e governos mais tradicionais estão trabalhando para trazer a tradição da leitura de volta aos livros físicos e a confraternização entre as pessoas através dos conhecimentos, formalmente, registrados em livros.

Portanto, misturando as novas tendências, tecnologias e comportamentos, com a valorização das raízes e costumes tradicionais de leituras de livros, obteremos o equilíbrio perfeito para que as pessoas leiam mais e as livrarias possam se eternizar no cotidiano de todos os povos do mundo.